Pular para o conteúdo
Segurança da Informação

Os quatro pilares da segurança da informação

Confidencialidade, integridade, disponibilidade e autenticidade sustentam qualquer política de segurança séria. Veja o que cada pilar exige na prática.

Redação Ecomm IT

Publicado em Atualizado em 2 min de leitura

Composição gráfica abstrata em tons de ameixa representando camadas de proteção de dados

Principais pontos

  • Confidencialidade garante que o dado só seja lido por quem tem autorização explícita para tanto.
  • Integridade assegura que o dado não foi alterado entre a origem e o destino, acidentalmente ou não.
  • Disponibilidade trata o acesso no momento necessário como requisito de segurança, não de infraestrutura.
  • Autenticidade comprova a identidade de quem originou a informação e sustenta o não repúdio.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre integridade e autenticidade?
Integridade responde se o conteúdo foi alterado; autenticidade responde quem o originou. Um documento pode chegar íntegro e ainda assim ter origem forjada, e por isso os dois controles são complementares e não substituíveis.
Disponibilidade é mesmo um pilar de segurança?
Sim. Informação inacessível no momento em que é necessária tem, na prática, o mesmo efeito de informação perdida. Ataques de negação de serviço exploram exatamente esse pilar, sem precisar ler ou alterar um único dado.
Como esses pilares se relacionam com a LGPD?
A LGPD exige medidas técnicas e administrativas aptas a proteger dados pessoais. Os quatro pilares são a forma consagrada de organizar essas medidas e de demonstrar diligência em caso de fiscalização ou incidente.

Referências

  1. Lei nº 13.709/2018 — Lei Geral de Proteção de Dados PessoaisPresidência da República

Tópicos

Compartilhar

Artigos recomendados