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Regulação e Compliance

Monitoria regulatória como rotina de gestão: do alerta à decisão

Entenda como transformar monitoria regulatória em uma rotina de gestão com análise de impacto, responsáveis, evidências e acompanhamento das adequações.

Redação ecomm|it

Publicado em Atualizado em 2 min de leitura

Especialistas acompanham monitoria regulatória e impactos na operação financeira

Principais pontos

  • Monitorar normas não é suficiente: A monitoria regulatória deve transformar mudanças e exigências em decisões, com análise de aplicabilidade e impacto na operação.
  • Planejamento e responsabilidades garantem adequações: Cada mudança relevante precisa de responsáveis, prazos, critérios de validação e evidências para acompanhar sua implementação.
  • Tecnologia e acompanhamento fortalecem o compliance: Soluções como e-commply e e-card rules apoiam o acompanhamento de obrigações, regras dos arranjos de pagamento e rastreabilidade dos processos.

Perguntas frequentes

Monitoria regulatória é responsabilidade apenas do compliance?
Não. Compliance coordena a interpretação, mas tecnologia, operações, produto, fiscal e contabilidade podem ser responsáveis pela adequação.
Toda publicação exige um projeto?
Não. Algumas demandam apenas registro; outras exigem mudanças complexas. A análise de impacto define o tratamento proporcional.
Qual a frequência ideal?
O acompanhamento deve ser contínuo, com ritos de gestão ajustados à criticidade e aos prazos.

Referências

  1. Banco Central do Brasil — Resolução CMN nº 4.595/2017

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